Diretrizes de Tempo de Tela por Idade
Compare o tempo de tela do seu filho
Como a comparação é feita
Você informa a idade em meses e o tempo de tela diário típico; a ferramenta identifica em qual das quatro faixas etárias a idade se encaixa, multiplica o tempo diário por 7 para mostrar o total semanal e compara o valor informado com o limite recomendado daquela faixa, mostrando a diferença para cima ou para baixo. É um comparativo simples, pensado para dar uma noção rápida de onde a rotina atual está em relação à diretriz — não um score ou nota sobre como a família está indo.
As quatro faixas (0-17 meses, 18-23 meses, 2-5 anos e 6-17 anos) e as recomendações associadas seguem de perto as diretrizes da American Academy of Pediatrics (AAP) e da Organização Mundial da Saúde (OMS), que orientam evitar telas antes dos 18-24 meses (exceto chamada de vídeo), limitar a 1 hora/dia de conteúdo de qualidade entre 2 e 5 anos, e manter limites consistentes dos 6 aos 17 anos, priorizando sono, atividade física e convívio social sobre um número fixo de minutos.
O que a Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda
A SBP também publica orientações específicas sobre telas, no manual "#MenosTelas #MaisSaúde", com faixas um pouco mais detalhadas para crianças maiores do que a diretriz genérica de "6-17 anos" usada nesta ferramenta: evitar telas antes dos 2 anos sem necessidade real, limite de até 1 hora por dia entre 2 e 5 anos (sempre com supervisão), até 1-2 horas por dia entre 6 e 10 anos, e até 2 horas por dia entre 11 e 18 anos — sempre com supervisão e priorizando a qualidade do conteúdo, não só o tempo total.
Ou seja, se o seu filho tem entre 6 e 10 anos, vale usar 1-2 horas por dia como referência mais específica da SBP em vez do "limite consistente" mais genérico que aparece na faixa "6-17 anos" desta ferramenta, e adolescentes de 11 a 18 anos têm, segundo a SBP, um teto sugerido de 2 horas diárias. Ambas as diretrizes (AAP/OMS e SBP) concordam em um ponto central: contar minutos sozinho não é suficiente — o tipo de conteúdo, se há supervisão, e se o uso de telas está substituindo sono, brincadeira ao ar livre ou convívio familiar importam tanto quanto, ou mais, do que o relógio.
Fontes
Recomendações específicas para o Brasil estão no manual "#MenosTelas #MaisSaúde" da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP). As faixas usadas nesta calculadora seguem de perto as diretrizes internacionais da American Academy of Pediatrics e da Organização Mundial da Saúde (OMS).